O pulo do gato para arte-final!

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A ferramenta Ink faz o trabalho com quadrinhos desenvolver muito bem!

Uma das ferramentas mais importantes para uso do Gimp na produção de quadrinhos é, certamente, a ferramenta Ink. Ela simula uma pena, ou pincel, para nanquim. No pacote do Gimp Paint Studio, criado pelo amigo Ramón Miranda, a ferramenta Ink ganhou uma dinâmica brilhante para quem arte-finaliza direto por meio digital acelerando o processo de produção.

Ainda assim consegui adequar ainda mais essa dinâmica às minhas finalidades.

Para calibrar adequadamente sugiro que você já tenha o Gimp Paint Studio instalado em seu Gimp 2.8. Para tanto basta entrar neste link e seguir as instruções da própria página do Ramón:

Gimp Paint Studio 2.0 Final – http://www.ramonmiranda.com/2012/07/gps-20-disponible.html

Depois de instalar corretamente a coletânea de pincéis e ferramentas criadas exclusivamente pelo Ramón, escolha a ferramenta Ink e acesse sua variação “Comic Ink”, através do botão “Restaurar configurações de ferramentas” na parte de baixo do painel “Opções de ferramentas”.

Depois basta regular a “Comic Ink” com os seguintes valores:

pulo do gato

E tudo isso ainda pode ser utilizado para criação de novos pincéis, mas isso é assunto para outro post.

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Primeira de 2012 – Oneiric Ocelot

Ubuntu Studio é o Linux voltado para artistas gráficos, músicos e videomakers

Olá amigos. A primeira postagem de 2012 no Ilustramangá traz o início da minha experiência com o novo Ubuntu Studio 11.10 (Oneiric Ocelot). Até janeiro deste ano, toda a minha produção foi construída em cima do 10.04 (Lucid Lynx). Na minha opinião, a versão mais estável do Studio. Experimentei por um mês via VirtualBox e decidi jogar direto no HD para “sentir” a velocidade real do SO.

Sei que ainda é meio de fevereiro para dizer o que o Oneiric realmente é capaz de fazer, mas a primeira impressão já pode ser escrita. Acompanhem:

O choque ficou para a tela de login: onde raios foi parar o Gnome? Lembrei de ter ouvido dizer que o Studio não simpatiza com o Unity. Então a solução só poderia ser o Gnome3. Enganei-me mais uma vez. O ambiente gráfico do novo Ubuntu Studio é o XFCE. É um “Xubuntu Studio”, então? Pois é. Nada que eu não possa aprender a usar.

O XFCE é a nova interface gráfica do Studio

Algumas coisas se repetem após a instalação do Studio: não tem Software Center. Sem problemas. O Synaptic resolve isso rapidamente. Meus programas favoritos estão um pouco perdidos no novo Menu de Aplicativos. Tudo é bem polido. Nada de efeitos superespeciais. E por falar em efeitos, tratei de tentar alterar para a agradabilíssima área de trabalho gerenciada por Compiz. Rolou pela metade. Aqui o Compiz não funciona como no Gnome, e estou tão acostumado a mover janelas gelatinosas pela tela, que esse supérfluo me fez falta. Acreditem. Mas após umas pesquisas no Google, encontrei uma solução para isso e tenho de novo minha janelas se movendo como gelatina. O problema é que não sei como guardar as configurações que permitem esses efeitos e, cada vez que inicio a sessão, tenho que atualizar o gerenciador de janelas no Botão do Compiz Config.

Também não tenho um Cubo da Área de Trabalho. Ou, pelo menos, ainda não sei como fazer.

Interessante ver que há um dock. Na verdade é um painel configurado para funcionar como dock, na parte de baixo da tela. De praxe, removi esse painel e instalei o querido AWN.

Abaixo vocês conferem o visual do 10.04 Lucid que continua funcionando no meu computador na fundação:


No mais, até agora, esta versão do Studio está mais rápida e leve que as anteriores. Para trabalhar está excelente. Não gosto do gerenciador Thunar e coloquei o Nautilus pelas comodidades que ele me permite. Os players novos deram conta da música ambiente numa boa, e o trabalho flui que é uma beleza. Ah! E reconheceu a minha Wacom Graphire tão bem que até me espantei de ver que, desta vez, há um programa exclusivo para gerenciar as configurações da caneta.

Isso foi tudo o que vi até agora, mas ainda me incomoda não ter os efeitos da área de trabalho funcionando 100%. Sei que é supérfluo, mas me faz falta. Preciso trabalhar num ambiente agradabilíssimo. Exigência minha. Meu estúdio não se parece com um escritório e meu Linux não pode se parecer com Windows 98. Vou continuar os testes para melhorar esses efeitos. Estou pensando em experimentar esse tal de Cinnamon. Se tudo falhar, o cd de instalação do Debian Squeeze já levantou a mãozinha e pediu para voltar. Ótimo. Namorei o Debian por meses e só o desinstalei porque meu filho bagunçou todo o sistema brincando no computador. Na época em que isso aconteceu, tinha muito trabalho para entregar e a instalação do Studio Lucid Lynx era mais rápida e enxuta para me salvar. Mas o Squeeze ficou guardado num lugar especial no meu coração.

Continuemos os testes. Até agora, mesmo sem os efeitos, o Ubuntu Studio 11.10 Oneiric Ocelot é nota 10.

Apertem os cintos: a interface sumiu!

Agora você vê uma interface gráfica, agora não vê mais. Isso já me aconteceu antes, mas sempre tive meu irmão por perto para me salvar. Desta vez, ele resolveu me imitar e vive ultra atarefado a ponto de, quando o encontro, penso em deixá-lo descansar de ver tantos computadores todos os dias. Porém chego à conclusão que, se eu me dedicar, resolver este problema significará que aprendi mais sobre o Linux.

Então, mãos à obra.

Uma atualização costumeira foi concluída enquanto eu jogava Open Arena com meu filho. A tal atualização requisitou que o jogo fosse interrompido para que o computador pudesse ser reiniciado. Não recuso atualizações do sistema, então, reiniciei o computador. A surpresa veio após o boot: não havia mais a interface gráfica! Apenas o prompt do terminal.

A primeira solução que vem à mente é remanescente da era Windows (pensei que já tivesse esquecido esses traumas!): reinstalação. Em seguida, sacudo a cabeça bem forte e digo: “acorda, Sami!! Isso é Linux!!!”.

Claro que há mais soluções em Linux do que sou capaz de imaginar, então, fui aos estudos. Em um dia, li algumas páginas do Manual de Sobrevivência (livro do Tales Araújo Mendonça) e ganhei mais ânimo para buscar a solução. Visitei fóruns através do Google e encontrei muitas soluções. Até mais do que eu precisava e isso até atrapalhou. Segui pela lógica do livro: devo me ater à informação comum entre as distribuições (tudo que for comum às ‘versões’ do Linux) e ver se há alguma informação específica fugindo na direção da minha distribuição (Ubuntu).

Encontrei:
No terminal, entrei como administrador e digitei “startx”. Isso me retornou uma mensagem parecida com “não há nenhuma informação sobre telas ou janelas instaladas”. Resolvi, no passo seguinte, dar a ordem de instalação “apt-get install ubuntu-desktop” e o problema foi sanado. De brinde, todas as minhas configurações gráficas foram mantidas e trazidas de volta também.

A única dúvida que ficou: “por que a minha interface antiga foi desinstalada?”. Se alguém souber responder fico agradecido, pois  considero muito importante cada nova descoberta sobre o fantástico GNU/Linux.

Hardware para Ubuntu

Passeando pelos blogs da comunidade Ubuntu achei uma informação de extrema utilidade para os adeptos do operacional livre da Canonical. Foi lendo o ‘Ubuntu Dicas” que descobri que existe hardware especialmente desenvolvido e certificado para ser usado com o Ubuntu. Isso significa um ganho enorme no desempenho do operacional e mostra o quanto as empresas estão preocupadas em atender essa parcela dos usuários de PC. Clique na imagem acima e confira a lista com vários fabricantes atualizados. Já estou escolhendo meu próximo PC.